quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

I love the way you smell
I love the way you look
I love the way you cry
I love the way you smile

I love to know that you can make me sad
I love to know that you make me feel alive
I love to know that we can laugh together
I love to know you

I love the way we are here for each other
and I love to know I love you
Não sei o que te dizer e nem como.
Só sei que não controlei as coisas como eu achava que era capaz.
O trem descarrilhou e foi pilhado, e eu fiquei de mãos vazias.
Só sei que não vou mentir para você.
Tudo saiu do controle. E o inimaginável se tornou verdade.
(Só não sei durante quanto tempo...)

Não quero ver suas lágrimas.
Não quero te ver pensando no que possivelmente você fez de errado.
Porque com certeza, o erro não veio de você.
Eu também não sei dizer o porquê.
Só sei que está aí, e há de passar também.
Por que contamos dias, meses e anos se as lembranças são incontáveis?
Será que tememos nos perder no decurso do tempo e perceber que o tempo já passou?
Será que queremos ter certeza de que o que aconteceu foi real e não imaginário?

Como lidar com o que ficou para trás?
Como manter na memória aquele momento que foi engolido pela rotação terrestre?
Não sei.
Palavras se perdem também.

Mas um pedaço de você fica.