Ah, look at all the lonely people!
Ah, look at all the lonely people!
All the lonely people
Where do they all come from?
All the lonely people
Where do they all belong?
Before going to bed, in a cold and cloudy Wednesday...
Thinking about loneliness...
despite having love...(all you need is love)
I'm stalking myself...
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
bonito
Adorei esse texto da minha prima e posto sem autorização...
Às vezes, devemos perseverar e, de algum jeito, encontrar forças para manter nossos afetos, sonhos e projetos. Às vezes, devemos dizer adeus ainda que olhando com saudosismo para trás. Despedir-se de algo que não faz mais sentido e abrir-se para novas oportunidades faz parte da vida, mesmo assim, sofremos com isso. É preciso coragem para enfrentar uma despedida ou ruptura, mas o adeus nem sempre é sinônino de fracasso, abandono ou derrota. Muito pelo contrário. Quando deixamos o velho partir, abrimos portas para conhecermos novas metas e caminhos. E, acredite, com toda renúncia ou desapego há sempre um ganho, já que para todo fim existe um recomeço.Por isso não devemos nos fixar no que se foi, pois sempre haverá um horizonte diferente a contemplar. Devemos esvaziar as mágoas, os desapontamentos, as amarras e os pensamentos ruins. Devemos seguir livre e leve para receber tudo o que a vida ainda tem para nos oferecer. Dizer adeus pode até doer, mas é necessário para subirmos um novo degrau. Da mesma forma, para alcançarmos a maturidade, temos que perder a juventude, entretanto, passamos a experimentar descobertas que em momentos anteriores não nos eram disponíveis. A vida tem quase tantos retornos quantas são as suas partidas.
Às vezes, devemos perseverar e, de algum jeito, encontrar forças para manter nossos afetos, sonhos e projetos. Às vezes, devemos dizer adeus ainda que olhando com saudosismo para trás. Despedir-se de algo que não faz mais sentido e abrir-se para novas oportunidades faz parte da vida, mesmo assim, sofremos com isso. É preciso coragem para enfrentar uma despedida ou ruptura, mas o adeus nem sempre é sinônino de fracasso, abandono ou derrota. Muito pelo contrário. Quando deixamos o velho partir, abrimos portas para conhecermos novas metas e caminhos. E, acredite, com toda renúncia ou desapego há sempre um ganho, já que para todo fim existe um recomeço.Por isso não devemos nos fixar no que se foi, pois sempre haverá um horizonte diferente a contemplar. Devemos esvaziar as mágoas, os desapontamentos, as amarras e os pensamentos ruins. Devemos seguir livre e leve para receber tudo o que a vida ainda tem para nos oferecer. Dizer adeus pode até doer, mas é necessário para subirmos um novo degrau. Da mesma forma, para alcançarmos a maturidade, temos que perder a juventude, entretanto, passamos a experimentar descobertas que em momentos anteriores não nos eram disponíveis. A vida tem quase tantos retornos quantas são as suas partidas.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Doces memórias me tentam fazer voltar
àquele segundo repleto de memórias sensitivas
de cores, barulhos, o cheiro da xícara de chá (acha Proust)
não porque aquele momento deveria durar para sempre (porque o que elegeríamos se não sabemos se momentos melhores virão?)
mas porque ele nos remete àqueles momentos nos quais não nos sentimos incompletos,
nos quais não nos perguntamos o sentido da vida, nos quais tudo pareceu ter sentido
Até parece teofania - vivemos um êxtase tão grande que não se perdeu entre as memórias
Mas viver de memórias, para memórias, é morrer de desilusão
Porque o tempo não volta, e é bom que eu não seja completo
Porque enquanto houver busca, haverá mais boas memórias -
os bons momentos se multiplicarão
e a verdade é que eu tenho preguiça de forçar a minha memória.
àquele segundo repleto de memórias sensitivas
de cores, barulhos, o cheiro da xícara de chá (acha Proust)
não porque aquele momento deveria durar para sempre (porque o que elegeríamos se não sabemos se momentos melhores virão?)
mas porque ele nos remete àqueles momentos nos quais não nos sentimos incompletos,
nos quais não nos perguntamos o sentido da vida, nos quais tudo pareceu ter sentido
Até parece teofania - vivemos um êxtase tão grande que não se perdeu entre as memórias
Mas viver de memórias, para memórias, é morrer de desilusão
Porque o tempo não volta, e é bom que eu não seja completo
Porque enquanto houver busca, haverá mais boas memórias -
os bons momentos se multiplicarão
e a verdade é que eu tenho preguiça de forçar a minha memória.
E tudo começou com um sorriso
mas não escancarado, quase uma gargalhada silente, mas sim um tímido movimento dos lábios, daqueles que escapam quando se tenta esconder uma alegria no coração.
A alegria? Só ela sabia, talvez nem fosse um motivo tão grande assim.
Assim era ela, se alegrava com coisas pequenas ao mesmo tempo que coisas grandes não a impressionavam.
Alheia aos problemas que a seguiam onde quer que fosse ela era inocente, até um tipo de inocência estúpida, daquelas que teimam em não ver o apagar das luzes. Achava que perguntas eram desnecessárias, que se não entendesse era melhor assim.
Essa falta de conhecimento te cai bem menina, menina que vive nas nuvens, e cujos pés não encontram o chão.
E tudo que começa com um sorriso assim, não tem como acabar muito bem. A tristeza invejava a menina e a seguia onde quer que fosse, tentando arrancar aquele discreto sorriso dos lábios e acabar com aquela alegria que teimava em transparecer e que tomava conta dela.
mas não escancarado, quase uma gargalhada silente, mas sim um tímido movimento dos lábios, daqueles que escapam quando se tenta esconder uma alegria no coração.
A alegria? Só ela sabia, talvez nem fosse um motivo tão grande assim.
Assim era ela, se alegrava com coisas pequenas ao mesmo tempo que coisas grandes não a impressionavam.
Alheia aos problemas que a seguiam onde quer que fosse ela era inocente, até um tipo de inocência estúpida, daquelas que teimam em não ver o apagar das luzes. Achava que perguntas eram desnecessárias, que se não entendesse era melhor assim.
Essa falta de conhecimento te cai bem menina, menina que vive nas nuvens, e cujos pés não encontram o chão.
E tudo que começa com um sorriso assim, não tem como acabar muito bem. A tristeza invejava a menina e a seguia onde quer que fosse, tentando arrancar aquele discreto sorriso dos lábios e acabar com aquela alegria que teimava em transparecer e que tomava conta dela.
sexta-feira, 25 de abril de 2008
;-)
Oi, como vai vc
Faz tempo q a gente n se fala
o tempo anda dois tempos à frente
e eu acho que te procuro,
mas n te encontro
Mas quando a dor é grande demais
Eu grito o teu nome
e até acho que me ouve
mas minha conexão n é boa
e te perco novamente no congestionamento
Eu sei teu endereço
recebo tuas mensagens
mas n consigo responder
e muito menos passar para frente
todas essas bonitas mensagens que recebo,
(e que confesso, só as reconheço como pessoais quando preciso delas)
Mas n se esqueça de mim
passa sempre pra dizer um oi
e mesmo que eu tenha te bloqueado
e vc nem saiba quando estou na rede
sei q vc nunca faz isso
E que tem paciência para responder
todos os ois que mando de vez em quando...
Faz tempo q a gente n se fala
o tempo anda dois tempos à frente
e eu acho que te procuro,
mas n te encontro
Mas quando a dor é grande demais
Eu grito o teu nome
e até acho que me ouve
mas minha conexão n é boa
e te perco novamente no congestionamento
Eu sei teu endereço
recebo tuas mensagens
mas n consigo responder
e muito menos passar para frente
todas essas bonitas mensagens que recebo,
(e que confesso, só as reconheço como pessoais quando preciso delas)
Mas n se esqueça de mim
passa sempre pra dizer um oi
e mesmo que eu tenha te bloqueado
e vc nem saiba quando estou na rede
sei q vc nunca faz isso
E que tem paciência para responder
todos os ois que mando de vez em quando...
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Ainda se lembra daquele dia chuvoso, das folhas que balançavam, das luzes que se apagaram, da noite solitária.
Ainda se lembra das palavras amargas, sinceras, infelizes, autônomas e ingratas que escorriam pela garganta e não eram engolidas.
Ainda se lembra das respostas inaceitávais, verdadeiras, congruentes e diretas, de alguém que já conhecia as palavras, que já esperava a chegada do mau tempo assim que as luzes se apagaram.
Ainda se lembra das palavras amargas, sinceras, infelizes, autônomas e ingratas que escorriam pela garganta e não eram engolidas.
Ainda se lembra das respostas inaceitávais, verdadeiras, congruentes e diretas, de alguém que já conhecia as palavras, que já esperava a chegada do mau tempo assim que as luzes se apagaram.
I wish our moments were without beginning or end; existing outside of time
Eu sei que a distância entre nós não entristece somente a mim
Todos os sucessivos e discontínuos momentos que desfrutamos juntos
através dos quais eu posso dizer que te conheci, ou melhor, enxerguei um lado teu
Parecem tão distantes hoje...
E eu temo,
eu temo esquecer dos nossos bons momentos,
esquecer o teu nome, tua fisionomia, tua voz, tua caligrafia
Eu temo esquecer todas as declarações ditas e não ditas
eu temo nunca mais te ver
Mas não consigo conter uma vontade de te (re)encontrar e te (re)conhecer
de sentir que a distância nunca nos separou e que o tempo nunca mudou tudo aquilo que eu creio existir entre nós.
Eu quero ver tuas lágrimas chorarem as minhas
e o teu sorriso sussurrar que a distância nunca existiu entre nós.
Todos os sucessivos e discontínuos momentos que desfrutamos juntos
através dos quais eu posso dizer que te conheci, ou melhor, enxerguei um lado teu
Parecem tão distantes hoje...
E eu temo,
eu temo esquecer dos nossos bons momentos,
esquecer o teu nome, tua fisionomia, tua voz, tua caligrafia
Eu temo esquecer todas as declarações ditas e não ditas
eu temo nunca mais te ver
Mas não consigo conter uma vontade de te (re)encontrar e te (re)conhecer
de sentir que a distância nunca nos separou e que o tempo nunca mudou tudo aquilo que eu creio existir entre nós.
Eu quero ver tuas lágrimas chorarem as minhas
e o teu sorriso sussurrar que a distância nunca existiu entre nós.
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