Aquela lágrima que correu deixou marcas. Ainda se lembrava dos seus dezesseis anos, quando tudo parecia tão distante e inatingível, mas ao mesmo tempo tão possível. Teria falhado? Será que seria possível sonhar errado?
Acorda menina, eis que se tornou mulher, não deve nutrir sonhos de menina, dos loiros cabelos de Barbie, das coloridas luzes de Natal...
Vai ao banheiro e mal se reconhece no espelho. Na sua memória, ainda era uma menina de olhos brilhantes. Sua memória é um punhal.
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
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