
Amor,
Fagulhas de um Deus que arde
Sombras de uma luz que teima em brilhar na escuridão
Resquícios de uma perfeição desconhecida
Amostras da divindade
o que une apesar da divisão
o que dá esperança diante da morte
confere sabor em meio à insipidez
revela a essência ao ser vão
dá alegria e dor ao portador
enche de liberdade o coração prisioneiro
despe a alma
Atribui sentido à existência sem valor
Fagulhas de um Deus que arde
Sombras de uma luz que teima em brilhar na escuridão
Resquícios de uma perfeição desconhecida
Amostras da divindade
o que une apesar da divisão
o que dá esperança diante da morte
confere sabor em meio à insipidez
revela a essência ao ser vão
dá alegria e dor ao portador
enche de liberdade o coração prisioneiro
despe a alma
Atribui sentido à existência sem valor
Diante do amor me sinto desnuda
a dor que me cobre não é suficiente
as mentiras que digo e vivo não bastam
porque o seu amor me revela o que sou
e não a fábula que eu criei para me esconder da verdade.
A distância não é empecilho
Eu te vejo em todo lugar que vou
Não escapo dos teus braços
não contenho minha alegria em nosso encontro
o amor é maior que nós,
a vida não consegue acompanhar e a morte não alcança.
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